quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O que e fiz na França publiquei na Piaui de outubro de 2010. Você pode comprar na banca e abrir na página 16 para ver uma foto minha gigante com as cebolas que passei três dias colhendo.

Ou clicar abaixo e ler o texto no site da revista (mas a foto está muito pequena que na versão impressa):

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao_49/artigo_1425/Em_busca_de_raizes_organicas.aspx

sábado, 9 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Hoje me despedi da Suécia, já estou em Londres, quarta volto para a Espanha, dia 8 tô no Brasil. Mas só passei aqui para publicar um texto que achei no blog da minha hermana Marina.

A nossa casa é aquele sítio onde crescemos. Não, corrige. É o lugar onde temos todas as nossas coisas. Errado. Onde vivem os nossos pais. Nem sempre. Onde estão as recordações. Mentira. É aquele lugar que tem cheiro familiar, gosto de tempero da avó e histórias em cada esquina. Isso é só para os mais sortudos.
Casa é tudo aquilo que levamos numa mudança. E tantas outras coisas que o camião não pode carregar. Casa é mais do que matéria. Isso sim. Casa é onde nos sentimos em casa. Mas quando aquela que era a nossa casa é divida em três caixotes: dar, levar, ficar; quando o nosso perfume é substituído pelo cheiro a fita-cola; quando a nossa boneca de infância é encaixotada sem piedade… Quando vemos tudo isso acontecer, concluímos: nós somos a nossa própria casa. Nem pais, nem amigos, nem bonecas. Nem moveis, nem edifícios, nem vizinhos. A nossa casa somos nós. Eu. Carne, osso e espirito. O resto é só romance.
 

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